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Wednesday, September 01, 2010
Monday, July 12, 2010
Wednesday, July 07, 2010
O Melhor da Copa IV
Friday, July 02, 2010
Thursday, July 01, 2010
Quem sabe fala

"Eu jamais pagaria um ingresso para ver essa atual seleção do Brasil jogar"
"Onde está a magia brasileira? Não consegui entender por que Dunga escolheu alguns jogadores. Onde está o talendo no meio de campo? O Brasil precisa jogar com mais intensidade, mais 'pegada', porque eles não são especiais. São como qualquer outro time nesta Copa do Mundo"
"Eles têm jogadores talentosos, mas jogam de uma forma mais defensiva e menos agradável de se ver. É uma vergonha para os fãs e para o torneio. Eles são um dos times que as pessoas querem ver".
Johan Cruyff no Daily Mirror
Obs.: Não torço por eles, mas concordo integralmente! #ForaDunga
Tuesday, June 22, 2010
Entre les Murs

Quando a França ganhou a Copa do Mundo em 1998, a imprensa do país exaltava a seleção black-blanc-beur formada na maior parte por imigrantes africanos, antilhanos e árabes liderada pelo argelino Zinedine Zidane como um exemplo do multiculturalismo da sociedade francesa.
Passada a ufania nacional, virou moda vaiar a Marseillaise nos jogos da seleção. O hino francês foi vaiado, algumas vezes no próprio Stade de France, no jogo França-Argélia em 2001 e na final da Taça da França entre Lorient e Bastia em 2002, quando Jacques Chirac deixou o estádio em protesto.
Depois disso o hino foi vaiado novamente por franceses nos jogos da França com Israel em 2005, com a Espanha em 2006, com a Itália e o Marrocos em 2007 e com a Tunísia em 2008.
As revoltas nas cités parisienses de 2005 destruíram o mito da integração racial francesa.
Há uma tolerância mal tolerada, um racismo disfarçado e uma agressividade incomum entre as comunidades que convivem no país, o que vi de perto quando morei ali.
A sociedade francesa é uma bomba relógio prestes a explodir a qualquer momento e em qualquer lugar, e o pior é que os franceses não tem idéia de como lidar com isso.
As brigas e a a recente eliminação da França na Copa são um pequeno sintoma disso. Zidane, que está lá dando pitaco saiu-se com uma típica explicação Lula-Dunga: a culpa é da imprensa. Se a imprensa não divulgasse o que acontece entre os muros da concentração, eles se entenderiam.
A Ministra dos Esportes francesa chegou a discursar para lembrar aos jogadores quem eles eram e o que representavam. Acho que não surtiu muito efeito.
Domenech é realmente um técnico ruim, arrogante e pretensioso. Não digo que os problemas de sua equipe sejam uma questão racial. Mas o time francês é um microcosmo das periferias problemáticas das cidades francesas, onde o relativismo cultural transformou entendimento e cordialidade em uma fantasia.
A briga do técnico, "entre os muros" com seus jogadores me lembrou justamente do filme Entre les Murs, vencedor da Palma de Ouro em Cannes.
O filme mostra a vida cotidiana uma escola francesa lidando com alunos de origens e histórias distintas, e da esquizofrênica sensação de impotência de professores com a tarefa de integrar quem não quer ser integrado.
Quanto ao timeco de Domenech, já vai tarde.
Wednesday, June 16, 2010
O pior da Copa
Tuesday, June 15, 2010
Monday, May 31, 2010
Thursday, May 20, 2010
Feio

Em 2001, uma inglesinha de 25 anos emocionou o mundo da vela ao chegar em segundo lugar na Vendée Globe, a regata de circunavegação do globo solo.
Todo mundo não, na época eu me lembro de ter visto um comentarista inglês dizer que todas as vezes em que Ellen aparecia na webcam de seu barco, o Kingfisher, ela estava chorando, à beira de um ataque de nervos, desesperada, querendo sumir dali. What's the point, se é para sofrer tanto? Qual a vantagem de ganhar nessas condições?
Eu lembrei dessa história quando acompanhei a convocação da Seleção Brasileira pelo Dunga. Sem Neymar e Ganso, as duas figuras que trouxeram a alegria de volta aos gramados brasileiros.
Dunga deu suas justificativas esdrúxulas, exigindo comprometimento, disciplina e outros atributos chatos. Jogar bem e dar show está em último na lista de critérios da Selecinha dunguiana.
Nosso velho dilema, ganhar feio como em 94, ou perder bonito como em 82? De novo, what's the point de ganhar sem prazer nenhum, com tristeza?
É como disse o casseta Cláudio Manoel no twitter: copa com Dunga e sem Bussunda, isso é que é futebol sem alegria.
Friday, May 07, 2010
Maldição do Centenário
Monday, May 03, 2010
Santos campeão

Estou longe de ser santista, mas quem viu o Santos jogar nesse Paulistão sabe que merecia o título, mesmo com o show de caneladas de hoje no Pacaembu.
Há tempos não se via tanta alegria e vida nos gramados brasileiros. Futebol é divertido quando tem gol, e isso o Santos soube fazer.
Que alegria seria se a Seleção conseguisse jogar assim em uma Copa, e não naquela retranca enfadonha de Dunga & Cia.
Neymar na Seleção, já!
Tuesday, March 02, 2010
Invictus

Em 1995 eu havia entrado na posição de segundo centro para o glorioso Luiz de Queiroz Rugby Club, time da ESALQ em Piracicaba.
Era ano da Copa do Mundo de Rugby na África do Sul. O apartheid havia terminado em 1990 e o país era novamente aceito nas competições internacionais
Em Piracicaba compramos camisetas com o emblema da Copa e acompanhávamos as notícias da competição através daqueles que tinham o luxo da TV a cabo. Ali eu ouvi o nome de François Pienaar, capitão dos Springboks pela primeira vez.
O desempenho da África do Sul, liderada por Pienaar, foi surpreendente. Um ano antes o buraco na defesa dos Springboks parecia maior do que a Table Mountain. Agora eles não só haviam chegado à final como haviam vencido os melhores do mundo, os All Blacks da Nova Zelândia de Jonah Lomu. No rugby sabe-se que ganha a partida que tem mais vontade de ganhar, e a África do Sul tinha essa sede de vitória.
Mas Invictus não é um filme sobre este magnífico esporte que é o rugby (eu daria meu reino por um par de ombros novos para jogar de novo).
Invictus é sobre um homem e o nascimento de uma nação.
Nelson Mandela chegou à presidência de um país com a alma dilacerada, dividido em duas metades que se odiavam. A maioria negra poderia facilmente ter cedido à tentação da vingança e declarado uma guerra civil à minoria branca que por tantos anos os havia subjugado, como ocorrera no Zimbábue, em Angola, Moçambique e outros países africanos. Mandela tomou o país pelas mãos falando em perdão e reconciliação. Viu no time dos Springboks, antigo símbolo do apartheid, e na Copa do Mundo uma oportunidade para construir sua Rainbow Nation, um país com todas as cores. E conseguiu. A final no Ellis Park de Johannesburg foi o nascimento da nova África do Sul.
Invictus
William Ernest Henley
Out of the night that covers me,
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.
In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.
Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds, and shall find, me unafraid.
It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll.
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.
Monday, October 05, 2009
Rio 2016
Em 2008, depois que os jogos de Pequim acabaram, escrevi um post com o título Rio 2016? onde dizia que o COI não seria doido de organizar jogos em uma cidade onde morre mais gente de bala do que no Iraque. Pois é, eu errei. Ao que parece o COI adotou, como diz o Reinaldo Azevedo, a política de reparações de injustiças da Era Obama e resolveu mandar os jogos para o lado de baixo do Equador.
E agora apareceu uma cariocada comentando "chuuuupa!" naquele post.
Não me levem a mal gente. Acredito, como diz o Lula, que chegou a nossa hora. Nosso Gran Communicatore (que é como o Umberto Eco chama o Berlusconi) já se apoderou da escolha da cidade sede dos Jogos como mais uma de suas realizações.
Teremos a Copa em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016. Será a nossa hora mesmo. Nunca antes na história desse país a gente vai aparecer tanto.
Eu sei que isso é bom. O Joelmir Beting notou que logo depois do anúncio a bolsa que andava patinando fechou com uma alta puxada pelas empresas de construção, logística, comunicação e transportes. E mandou ver: "Sem mistério: na vida moderna, megaevento esportivo global é mercado, projeto, produto, emprego, renda e consumo. Não é gasto. É ganho".
Não quero ser pessimista, mas é que fico pensando no superfaturamentos, nos orçamentos estourados, nas falcatruas, nas propinas por baixo dos panos. Ou como diz o Chico, fico pensando na pátria mãe tão distraída sem perceber que é subtraída em tenebrosas transações.
Quando tudo vai bem, quando o povo tem pão e circo, ele não está muito preocupado se estamos abrigando ditadores bolivarianos, terroristas italianos, se nosso Congresso está sendo comprado, se o Sarney empregou mais um parente... Daí vem meu desconsolo.
Mas estou feliz pelos cariocas, quem sabe algum político macho resolva subir o morro e erradicar o tráfico antes que uma bala perdida acerte um maratonista, resolva despoluir a Baía da Guanabara e evitar que o emissário submarino quebre no meio da prova de vela, e resolva melhorar a vida dos cariocas antes que haja um arrastão no vôlei de praia.
Também torço para que o esporte nacional seja mais prestigiado em outras categorias que não o futebol (espero sinceramente assistir o rugby brasileiro), e que não tenhamos que assistir tanto choro em 2016.
Enfim, Viva o Rio!
Thursday, July 02, 2009
Corinthians 1:13
Wednesday, May 27, 2009
Monday, May 04, 2009
Saturday, March 21, 2009
Ireland
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